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A editora Ciência Moderna lança mais um livro da série in Action traduzido, a vítima agora é o JUnit.
JUnit em Ação fará com que o leitor codifique de uma nova maneira, mais rapidamente. Como erros inevitáveis são introduzidos continuamente no código, poderá descobri-los o mais rapidamente possível quando aparecerem. Isso poderá ser feito usando-se testes de unidade, que podem ser aplicados freqüentemente. Essa abordagem eficaz resulta em um software melhor projetado, com menos defeitos e ciclos de fornecimentos mais rápidos.
Pródigo em exemplos da vida real, este livro é uma discussão de técnicas de testes práticos conduzida por um perito reconhecido. Ele mostra como redigir testes automatizados, as vantagens de testar um segmento de código isoladamente do restante do seu código e como decidir quando um teste de integração é necessário. Oferece uma abordagem valiosa – e única – sobre como testar aplicativos J2EE completos.
Sumário:
Parte I – JUnit Destilado:
Capítulo 1 – Salto Inicial de JUnit;
Capítulo 2 – Explorando JUnit;
Capítulo 3 – Mostrando JUnit;
Capítulo 4 – Examinando os Testes de Software;
Capítulo 5 – Automatizando JUnit;
Parte II – Estratégias de Testes:
Capítulo 6 – Testes de Pouca Granulação com Stubs;
Capítulo 7 – Testes em Separado com Objetos Mock;
Capítulo 8 – Testes In-container com Cactus;
Parte III – Testando Componentes:
Capítulo 9 – Testes de Unidade de Servlets e Filtros;
Capítulo 10 – Fazendo Testes de Unidade de JSPs e de Taglibs;
Capítulo 11 – Testes de Unidade Usando Aplicativos de Bancos de Dados;
Capítulo 12 – Testes de Unidade em EJBs;
Apêndice A: O Código Fonte;
Apêndice B: Breve Inicialização de Eclipse.
Caramba....... Pior que tem gente que compra e depois chora...a tradução deve ser um lixo.................
Cada caso é um caso, eu tive o prazer de conhecer o dono da editora e cheguei a ter pena dele em relação ao Hibernate em ação, pois o trabalho foi pago para ele para ser feito um trabalho de primeira, porém foi feito uma coisa horrível, não é culpa dele, mas fazer o que?
Não custa nada passar na livraria e dar uma folhada no JUnit em ação pra ver como tá o livrinho
Não condenem a editora por um livro, talvez vocês estejam perdendo a oportunidade de adquirir um grande livro!
Concordo com você Dalton, que não devemos julgar um livro pela capa, nesse caso por uma infelicidade na tradução de outro livro da editora.
Como você mesmo disse, cada caso é um caso, não significa que porque a editora traduziu mal um livro que todos serão mal traduzidos.
Lembre-se não postei o tópico para criar flames e sim para divulgar mais um livro de nossa área que foi traduzido.
Acho até que um livro sobre um assunto pouco abordado em nosso ambiente, o que o torna interessante, afinal o JUnit é uma mão na roda.
PS: Acho que a Ciência Moderna vai pegar todas as traduções de livros da série in Action.
Galera, na minha cidade (Teresina/PI) os lançamentos demoram um pouco para chegar, então sempre tenho q comprar material pela net, por isso gostaria de saber se alguém já viu como está a tradução desse livro. Se estiver tão ruim quanto a do Hibernate In Action, não compro, caso contrário adquiro.
Desde já agradeço a quem puder me informar... _________________JavaFree.org
Meu exemplar chegou em casa ante ontem e já estou no 2o. capítulo. A tradução? Más notícias .
[list]Para começar, os todos os títulos dos artigos e livros em inglês foram traduzidos, mesmo se não existe versão em português deles. [/list]
[list]Página XI: Primeira frase do prefácio (os trechos em negrito são destaques meus):
Datar os testes é ainda a melhor solução (...)
"Datar"? [/list]
[list]Página 7: Último parágrafo:
Um princípio ycore de testes de unidade é: (...)
Será que não ficaria melhor "Um princípio chave ..." ou "um princípio central ..."? Além disso não seria melhor "testes unitários" (que é o termo que mais leio) do que testes de unidade?
[/list]
[list]Página 16: Um caso de má diagramação. A página começa com um paragrafo explicando como rodar o JUnit. Sua última frase é:
Vamos primeiro compilar o código abrindo um pronto do shell nesse diretório, e digitar o seguinte (nós assumiremos que você possui o javac executável em seu PATH):
Em seguida aparece um quadro explicando as "Metas do Projeto JUnit". Depois então aparecem as linhas de comando para Windows e Linux. Este quedro está simplesmente mal colocado.
[/list]
[list]Página 21: Outra má diagramação. A última frase do último parágrafo normal é:
Uma vez que você entenda como TestCase, TestSuite e BaseTestRunner funcionam, você será capaz de
O parágrafo termina no meio da linha. O que vem em seguida é um quadro de definição a respeito de TestCase, TestSuite e BaseTestRunner. este quadro se extende atá o início da página 22. Depois disso a frase continua:
escrever quaisquer (tipos de) testes que você precisar.
[/list]
[list]Página 22: Tabela 2.1, reponsabilidades de Assert:
Um método de asserção é silencioso quando (...)
Não entendi o significado de "silencioso" .
[/list]
[list]Página 26: Final do parágrafo depois da nota:
(...) poupand-o do trabalho de fazer a manutenção de um outro bloco de plumagens:
[/list]
[list]Página 33: 2a. linha da definição:
TestCase através de seus métodos setUp e tearDown. O TestCase
TestCase e tearDown aparecem com fonte courier, mas setUp não.
[/list]
[list]Página 35: Tabela 2.4, coluna de métodos. Os nomes dos métodos começam com letra maiúsculas. Ex: TearDown, GetName, ToString, etc.[/list]
[list]Página 35: Tabela 2.4, descrição de "TearDown":
Deixa de inicializar a Fixture (...)
Será que não seria "Finaliza a Fixture ..." ?[/list]
Estes são os erros que encontrei até agora (final do 2o. capítulo).
Grato, _________________Rafael U. C. Afonso
[i]Where is debug?
Debug is on the table[/i]
Você poderia mencionar o nome e o título do(s) revisor(es) da tradução.
Obrigado! _________________"Aquele que faz uma pergunta é um tolo por cinco minutos; aquele que não faz permanece tolo para sempre"[Provérbio Chinês]
Extension Points
Você poderia mencionar o nome e o título do(s) revisor(es) da tradução.
Obrigado!
Tradução: Claudio Rodrigues Pistili (tradutor/progamador).
Revisão Técnica: Kleber Rodrigo de Carvalho _________________Rafael U. C. Afonso
[i]Where is debug?
Debug is on the table[/i]
Só compro livro traduzido para a língua Portuguesa, se os revisores, supervisores, possuírem no mínimo o título de mestre. _________________"Aquele que faz uma pergunta é um tolo por cinco minutos; aquele que não faz permanece tolo para sempre"[Provérbio Chinês]
Extension Points
Por essa descrição do livro que está no site da editora, já nota-se a qualidade da tradução.
JUnit em Ação fará com que o leitor codifique de uma nova maneira, mais rapidamente.
Esse é o objetivo do livro? Mais rapidamente ou com mais qualidade? Desde quando JUnit tem foco em rapidez?
Como erros inevitáveis são introduzidos continuamente no código, poderá descobri-los o mais rapidamente possível quando aparecerem.
oh... quando aparece o erro eu descubro que tem um erro. Brilhante!
Isso poderá ser feito usando-se testes de unidade, que podem ser aplicados freqüentemente. Essa abordagem eficaz resulta em um software melhor projetado, com menos defeitos e ciclos de fornecimentos mais rápidos.
Usando-se ou usando?
Melhor projetado ou implementado?
Fornecimentos?
Quem disse que o JUnit fará com que meus ciclos de fornecimentos serão mais rápidos? Não era mais fácil dizer que o departamento de qualidade pode ter muito trabalho eliminado com o framework? Acho que ficaria muito mais chamativo e correto, não?
Ele mostra como redigir testes automatizados, as vantagens de testar um segmento de código isoladamente do restante do seu código e como decidir quando um teste de integração é necessário.
Teste de interação ?
Oferece uma abordagem valiosa – e única – sobre como testar aplicativos J2EE completos.
Ele pode chmar a partir de classes que lancem lançemqualquer tipo de exceção.
* Página 47:
- Listagem 3.2: Temos a seguinte declaração:
Private Map RequestHandlers = new HashMap();
A variável começa com letra maiúscula quando se sabe que, por convenção, todas as variáveis em Java começam com letra minúscula. Esse tipo de situação vai se repetir ao longo de todo o livro.
* Página 51: Item 2:
Use o método setUp default para instanciar DefaultController.
"setUp" é um mátodo, mas não está escrito em fonte courier, como acontece com "DefaultController".
* Página 54: Último parágrafo:
(...) este teste de unidade confirma a chave premissade que o mecanismo para armazenar (...)
Tradução literal de key premise cuja melhor tradução seria premisssa chave.
* Página 55: item 4:
(...) se o objeto Response for null.
O trecho em negrito está escrito em fonte courier, quando na edição original* aparece com a fonte normal.
* Página 56:
Passa a se usar o termia "refabricação" como tradução do tetmo "refactoring". Entretanto o termo geralmente usado em português é "refatoração".
* Página 69: Legenda da figura 3.2: Não está traduzida, estando escrita em Inglês.
Capítulo 4:
* Página 76: 2o. parágrafo:
Você pode ser céptico a princípio, (...)
Céptico é como se escreve em Portugal, não no Brasil.
* A Manning disponibiliza o capítulo 3 (e 7 também) em formato PDF no link http://www.manning.com/books/massol/chapters
_________________Rafael U. C. Afonso
[i]Where is debug?
Debug is on the table[/i]
Tradução literal do termo batch. Qual seria a melhor tradução?
- Página 101: A instalação do Ant no Windows é apresentada num quadro com fundo cinza. Em seguida é apresentada a instalação do Ant no Linux, mas como texto normal e não como um quadro com fundo diferenciado.
- Página 107: Final da listagem 5.4: Trata-se de um build.xml do Ant. Na última linha, ao invés de estar escrito , está escrito .
- Página 123: Penúltimo parágrafo:
Erich Gamma, um dos autores originais do JUnit é membro chave da equipe do Eclipse.
Deve ser tradução literal de key member. Não haveria tradução melhor?
- Página 125: Último parágrafo:
(...) selecione o ícone Run e depois Run As?JUnit Test (...).
* Cápitulo 6:
- Página 133: Definição de Stub. Não é exatamente uma falha de tradução, mas poderiam ter explicado a tradução do termo "stub" para que seu significado ficasso mais claro para os leitores lusófonos. Aliás: Stub pode ser traduzido como "toco", "coisa curta e sem ponta".
- Página 138: Legenda da figura 6.3: Não traduzida do inglês.
- Página 146: Final do 1o. parágrafo da seção 6.3.3:
ele usa a classe HttpUrlConnection de JDK
Não seria da JDK?
- Página 149: Final do 1o. parágrafo da seção 6.4.2:
A listagem 6.8 mostra uma simples implementação que retorna a string It works como um fluxo do chamador.
Não deveria estar escrito "String "It works""?
* Cápitulo 7:
- Página 155: Definição de Mock: Mesma coisa para a definição de Stub. Sua tradução seria "imitação".
- Página 168: Item 2:
(...) e a configure para retornar a retornar o MockURLCOnnection quando when url.openConnection é chamado.
Em "url.openConnection" o termo "url" aparece com tipo normal, mas "openConnection" aparece com tipo courier.
_________________Rafael U. C. Afonso
[i]Where is debug?
Debug is on the table[/i]
* Cápitulo 8:
- Página 189: Comentário sobre as notas 4, 6 e 7 do código anterior:
(...) dizendo ao mock como se comportar quando o método taletal for chamado.
Como seria esse taletal na edição original em inglês?
- Página 191: Início da página:
Uma especificação pode até ser inconcistente, tornando impossível implementá-la para uma carta.
"Carta"?
* Capítulo 9:
- Página 212: Legenda da figura 9.3: Não traduzida para o português.
- Página 213: Último parágrafo:
Por exemplo, src/webapp/WEB-INF/web.XML.é o web.xml do aplicativo.
Isso no Linux iria dar uma enorme dor de cabeça ...
- Página 220: Legenda da figura 9.7: Não traduzida para o português.
- Página 220: Quadro sobre Padrão Modelo 2 MVC: Não seria MVC Modelo 2 ou MVC 2?
- Página 224: Primeiro parágrafo:
Note que você precisa do block catch porque (...)
Não seria bloco catch?
- Página 226: 2o. parágrafo da seção 9.3:
Desta vez, você usará a API de DynaMock, na qual faz parte do framework MockObjects.com framework (...)
Quanto ao primeiro trecho destacado não seria melhor que faz parte ...? No segundo trecho temos repetição de palavras.
- Página 229: Primeira linha da listagem 9.10:
Listingprotected void setUp()
Esse Listing não deveria aparecer aí.
- Página 229: Nota 1:
Você também diz a DynaMock (...)
Não seria melhor diz ao DynaMock ...?
- Página 234: Último parágrafo:
(...) você instancia a sua classe SecurityFilter como um objeto Java plano antigo (POJO), e não como um filtro.
Tradução literal de Plain Old Java Object.Qual seria a melhor tradução? Objeto Java simples?
- Página 236: Figura 9.11: No centro da figura, indicando onde usar objetos Mock, está escrito Código da loja de negócios. Não seria simplemente Código de negócios?
_________________Rafael U. C. Afonso
[i]Where is debug?
Debug is on the table[/i]
Que tradução mais vergonhosa, parece até que eles pegaram o texto original em inglês e passaram um daqueles tradutores bem cretinos, tipo Power Translator, e não se deram o trabalho nem de modificar nada.
Isso é para aqueles que ainda não se conscientizaram de que, na nossa área, o domínio do inglês é um fundamento tão básico quanto algoritmos e lógica de programação.
Depois de um longo tempo (na verdade fo preguiça ) seguem-se mais falhas de traduções referentes aos capítulos 10 e 11.
* Cápítulo 10:
- Página 242: Seção 10.3:
Faz referência à figura 10.2 da mesma página Mas enquanto no texto os itens da figura são referidos como números (1, 2 e 3), na figura eles aparecem como letras (b, C, D).
- Página 244: 3o. Parágrafo da seção 10.3.1:
A razão principal é qua não é possível extrair informação do bean de dyna sem (...)
- Página 249: Seção 10.4;
Faz referência à figura 10.2 da página seguinte. Mas enquanto no texto os itens da figura são referidos como números (1, 2, 3, 4), na figura eles aparecem como letras (b, C, D, E).
- página 251: Listagem 10.4:
Na declaração de imports pararece o seguinte:
A interrogação serve para indicar que é continuação da linha anterior, mas ainda assim ficou esquisito.
- Página 259: Item 2/3:
Enquanto ensina como testar todos os métodos de uma tag personalizada:
Em (2), você diga a ele que a tag (...); em (3), você diga a ele que espera (...)
Não seria "você diz a ele ..."?
* Cápitulo 11:
- Página 270: Início da legenda da figura 11.2:
diferentes tipos de testes (...)
Esqueceram de iniciar a frase com letra maiúscula.
- Página 271: 2o. parágrafo:
Faz referência à figura 11.3 da mesma página. Mas enquanto no texto os itens da figura são referidos como números (1, 2, 3, 4, 5), na figura eles aparecem como letras (b, c, d, e, f).
- Página 279: 1o. parágrafo, última frase:
Comece com mock mínimos, execute os testes, (...)
A palavra "execute" aparece em tipo courier, como se fosse um método. Mas na verdade não há nenhum método com esse nome.
- Página 288: 1o. parágrafo depois do item (4):
Caminhos de execução alternativos são uma fonte de liderança de bugs dentro do software.
Esta expressão ficou estranha. Melhor seria "... são a principal fonte de bugs ...".
- Página 307: Seção 11.5.4:
Você agora tem um sistema build todo emplumado que executa (...)
Provavelmente o melhor termo seria "montado". _________________Rafael U. C. Afonso
[i]Where is debug?
Debug is on the table[/i]
rodrigoKPosts:199
A editora Ciência Moderna lança mais um livro da série in Action traduzido, a vítima agora é o JUnit.